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O Império do Medo

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Os ataques de 11 de setembro de 2001 instalaram o medo entre os norte-americanos. Apesar de continuar sendo a grande potência do mundo e acumular a maior parte das riquezas do continente, os americanos aprenderam que, mesmo com toda a supremacia bélica, eram vulneráveis.
A resposta aos ataques foi rápida. A guerra ao terror, e a conseqüente doutrina de prevenção de guerra, anunciada por Condoleezza Rice em 2002, se espalhou por países que poderiam abrigar terroristas ou que pudessem prejudicar os interesses dos Estados Unidos no futuro.
Segundo Benjamin Barber, considerado um filósofo político e conselheiro de altos figurões, como Bill Clinton, a política externa adotada pelo governo Bush mostrou-se arrogante, insensata e perigosa.
Autor de Jihad x McMundo, um best seller em vários países, e colaborador de publicações como The New York Times e Le Nouvel Observateur, Barber apresenta em O Império do Medo uma análise minuciosa e detalhada da “doutrina Bush” nos últimos anos.
Mostra que mais uma vez o Império provou sua força e mostrou eficazes seus meios de conquista, mas deixou evidente suas limitações como agentes da democratização.
O livro revela que a ação militar unilateral utilizada na “guerra ao terror” perpetua a imagem dos Estados Unidos como uma força agressiva que atua acima, e muitas vezes até paralelamente, das leis e políticas internacionais. Ao mesmo tempo, ainda que insensata, a política de Bush é absolutamente condizente com os 200 anos de doutrina estratégica dos Estados Unidos. Em sua resposta ao terrorismo, o governo norte-americano invocou o direito de promover ações que abalaram o sistema internacional de cooperação e domínio da lei.
Barber mostra que o medo é a arma mais poderosa do terrorismo e que se submeter a ele é o mesmo que tornar-se um instrumento, voluntário ou não, desse Império do medo. Contudo, o autor faz mais que apenas apontar o que está errado. Oferece um plano detalhado para uma política externa alternativa, traçando um paralelo entre a Pax Americana, estratégia de prevenção que foi usada pelos Estados Unidos no Afeganistão e no Iraque, e a Lex Humana, ou “democracia preventiva”. Democracia esta que serviria de base para a criação de uma estratégia de “segurança nacional”, estabelecendo uma interdepedência entre as nações num momento em que problemas globais como a epidemia da Aids, o aquecimento global e os sindicatos internacionais do crime, clamam por soluções urgentes e coletivas.
Com insights inovadores e crítica bem fundamentada, Barber oferece uma visão inspirada e inspiradora da cidadania mundial para o século XXI. O Império do Medo é um trabalho provocante e revelador. Uma esperança para a verdadeira democracia.

3 em estoque

REF: 9788501069863 Categoria Editora: .

Descrição

Os ataques de 11 de setembro de 2001 instalaram o medo entre os norte-americanos. Apesar de continuar sendo a grande potência do mundo e acumular a maior parte das riquezas do continente, os americanos aprenderam que, mesmo com toda a supremacia bélica, eram vulneráveis.
A resposta aos ataques foi rápida. A guerra ao terror, e a conseqüente doutrina de prevenção de guerra, anunciada por Condoleezza Rice em 2002, se espalhou por países que poderiam abrigar terroristas ou que pudessem prejudicar os interesses dos Estados Unidos no futuro.
Segundo Benjamin Barber, considerado um filósofo político e conselheiro de altos figurões, como Bill Clinton, a política externa adotada pelo governo Bush mostrou-se arrogante, insensata e perigosa.
Autor de Jihad x McMundo, um best seller em vários países, e colaborador de publicações como The New York Times e Le Nouvel Observateur, Barber apresenta em O Império do Medo uma análise minuciosa e detalhada da “doutrina Bush” nos últimos anos.
Mostra que mais uma vez o Império provou sua força e mostrou eficazes seus meios de conquista, mas deixou evidente suas limitações como agentes da democratização.
O livro revela que a ação militar unilateral utilizada na “guerra ao terror” perpetua a imagem dos Estados Unidos como uma força agressiva que atua acima, e muitas vezes até paralelamente, das leis e políticas internacionais. Ao mesmo tempo, ainda que insensata, a política de Bush é absolutamente condizente com os 200 anos de doutrina estratégica dos Estados Unidos. Em sua resposta ao terrorismo, o governo norte-americano invocou o direito de promover ações que abalaram o sistema internacional de cooperação e domínio da lei.
Barber mostra que o medo é a arma mais poderosa do terrorismo e que se submeter a ele é o mesmo que tornar-se um instrumento, voluntário ou não, desse Império do medo. Contudo, o autor faz mais que apenas apontar o que está errado. Oferece um plano detalhado para uma política externa alternativa, traçando um paralelo entre a Pax Americana, estratégia de prevenção que foi usada pelos Estados Unidos no Afeganistão e no Iraque, e a Lex Humana, ou “democracia preventiva”. Democracia esta que serviria de base para a criação de uma estratégia de “segurança nacional”, estabelecendo uma interdepedência entre as nações num momento em que problemas globais como a epidemia da Aids, o aquecimento global e os sindicatos internacionais do crime, clamam por soluções urgentes e coletivas.
Com insights inovadores e crítica bem fundamentada, Barber oferece uma visão inspirada e inspiradora da cidadania mundial para o século XXI. O Império do Medo é um trabalho provocante e revelador. Uma esperança para a verdadeira democracia.

ISBN:9788501069863
Páginas:252

Informação adicional

Peso 500 g
Dimensões 17 x 03 x 24 cm
Ano

2005

Autor

Benjamin R. Barber

Edição

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